<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832</id><updated>2009-05-03T13:48:40.345-07:00</updated><title type='text'>arte de odilon  cavalcanti</title><subtitle type='html'>arte como processo diário de construir imagens e vivências sob determinado olhar. poética do olhar, verdade do olhar. o rastro da busca é história de qualquer estória.busco brusco.no ímpeto de rasgar a ilusão e revelar a verdade que jaz atrás.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>30</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-116144379230808860</id><published>2006-10-21T08:14:00.000-07:00</published><updated>2006-10-30T14:02:47.153-08:00</updated><title type='text'>Arqueologia de uma obra</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/(17)corexplos??o.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/%2817%29corexplos%3F%3Fo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as imagens recuperadas em slides pó Armando de Syllos encontram-se esses dois exemplares de obras com forte apelo erótico.&lt;br /&gt;É muito interessante notar que, para mim, a expressão de toda eroticidade está vinculada, quase sempre à figuratividade. Como se ao tratar da figura permitisse a expressão da matéria em sua relação com a vida. Nem sempre isso é exatamente assim como está evidente nestes dois trabalhos que do meu post de hoje.&lt;br /&gt;A explosão orgásmico/atômica e a construção de um perfil com um corpo azul como que ajoelhado por sobre uma boca magenta que, apenas ela de tão gráfica remete a uma construção geométrica. Dói-me a evidência quase permissiva destas figurações.&lt;br /&gt;Como se eu estivesse a nu, não só a figura. O que não me tira o prazer de recuperá-las e fruí-las depois de tanto tempo. Armando fez, em ambos os casos, aproximações, closes.&lt;br /&gt;Isso tinha uma função no áudio-visual em que estas imagens foram utilizadas. Mas não posso deixar de entender esse zoom na obra como uma chance de revelar um olhar sobre o olhar, mesmo que do outro. E aproveitá-lo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-116144379230808860?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/116144379230808860/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=116144379230808860&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/116144379230808860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/116144379230808860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2006/10/arqueologia-de-uma-obra.html' title='Arqueologia de uma obra'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-116126653316912071</id><published>2006-10-19T06:33:00.000-07:00</published><updated>2006-10-31T04:44:49.053-08:00</updated><title type='text'>Flash Back</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/(31)convite.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/400/%2831%29convite.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/(30)city.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/%2830%29city.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Retomo o futuro deste blog com o registro do passado.&lt;br /&gt;O blog me organizou para a criação do meu site, presente dos amigos queridos da Traça.&lt;br /&gt;Como previa foi também ferramenta arqueológica para a recuperação de imagens das quais não tinha mais nenhum registro. Algumas delas continuavam vivas na memória.&lt;br /&gt;Minha e de uns poucos que com elas conviveram. Assim, é um prazer retomar esta trajetória que projetou minha obra no futuro, mostrando um pouco do passado: algumas obras da primeira exposição, outras anteriores, ainda, uma delas feita com colagem de uma foto do meu amigo dos verdes anos, Armando de Syllos, que é quem as tinha guardado em cromos 35mm. Memórias de imagens do que um dia foram imagens da memória. Porisso escolhi esta paisagem aérea de Sampa. Uma coisa bem urbana. Uma imagem do espigão da Paulista construída na memória e projetada no papel.Um sonho.&lt;br /&gt;Posto os dois trabalhos recordando que na imagem com a foto, há também um poema de Marcelo Tápia, na época que foram feitas estas imagens, Marcelo, Armando e eu formávamos um grupo que estava ao mesmo tempo criando o design do primeiro livro do Marcelo “AO”, (que não foi editado mas gerou material para seu primeiro livro “Primitipo”), fazíamos audiovisuais e intervenções urbanas em São Paulo, utilizando projeções de desenhos , poemas e fotos em empenas cegas da cidade. Era início dos anos 80. Fomos pioneiros nestas intervenções nunca registradas. A história estava escoando pelos nossos dedos...mas, quando se é jovem, quem se liga em História?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-116126653316912071?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/116126653316912071/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=116126653316912071&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/116126653316912071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/116126653316912071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2006/10/flash-back.html' title='Flash Back'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-113431497002122284</id><published>2005-12-11T07:25:00.000-08:00</published><updated>2005-12-11T07:29:30.040-08:00</updated><title type='text'>ciranda, cirandinha.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/DSCI0016.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/DSCI0016.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/DSCI0015.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/DSCI0015.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/DSCI0019.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/DSCI0019.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;a quinta exposição começa na minha mudança de belém pro recife.&lt;br /&gt;dizendo melhor ainda: para itamaracá. a ilha do litoral norte pernambucano na qual meus avós paternos  e alguns meus tios moraram nos anos 30 ou 40. eu e malouzinha também passáramos mais de três meses, pouco antes de me casar e meus pais tinham construído uma casa ótima, lá, mas já a tinham vendido, anos antes, por ocasião de uma doença grave de meu pai. acabei comprando essa casa de volta e instalando nela meu atelier. depois de  uma década e meia de trabalho conseguira, finalmente, reunir um dinheirinho suficiente para comprar uma casa e tentar viver, com todas as implicações disto, de, pelo e para, meu trabalho de arte. eu estava em processo de mudança, de sedimentação de conquistas passadas e abertura para novos espaços.&lt;br /&gt;tinha consciência de que chegara a um domínio da técnica do pastel. o “atalho para o óleo” que a técnica do pastel, inicialmente, significara, acabara em um convívio exclusivo de 12 anos. chegara a hora de me dirigir às técnicas úmidas. chegara a hora de interpor o pincel como extensão da mão ( na técnica do paste seco, o contato é direto do bastão com o suporte), chegara a hora de me tornar um pintor. esse processo, na minha cabeça, significava radicalizar as diferenças para agregar o novo “saber”. assim, procurei uma iniciar o novo processo através de uma tinta que prescindisse da cor: o &lt;em&gt;nankin&lt;/em&gt;. reduzi tudo ao preto e branco para, a partir daí, ir acrescentando a cor, aos poucos, o que fiz através do guache.&lt;br /&gt;a coleção que posto aqui, faz parte deste processo, é uma série de “cirandas”, ritmo, dança e manifestação religiosa e cultural oriunda de itamaracá. é precisamente onde este processo de emersão à cor ,a partir da ausência de cor, acontece.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-113431497002122284?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/113431497002122284/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=113431497002122284&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113431497002122284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113431497002122284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/12/ciranda-cirandinha.html' title='ciranda, cirandinha.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-113407157233660333</id><published>2005-12-08T10:52:00.000-08:00</published><updated>2005-12-08T11:58:38.653-08:00</updated><title type='text'>peguei um ita no norte.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Opus1%20n%3F%3F3.0.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/Opus1%20n%3F%3F3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;noites paraenses, opus 1nº 3 é um pastel sobre papel fabriano preto. essa técnica tem algo de divina. e um &lt;em&gt;fiat lux&lt;/em&gt;, você tira luz das trevas. cada cor vibra num determinado comprimento de onda. uma cor vibra com a cor adjacente e cria uma vibração de um comprimento de onda que o olho humano só pressente. é essa a lição que &lt;strong&gt;benedicto mello&lt;/strong&gt;, então diretor do &lt;strong&gt;mubel&lt;/strong&gt; (museu da cidade de belém) me deu no texto com que me honrou no catálogo. não sei se entendi tudo o que deveria entender, revendo os títulos das 16 obras que expus neta quarta individual, acho até que sim: cinco deles são “grandes nus paraenses”, um “com tucano” um “sabor açaí”, um “iluminado”, um "com veladura" e um “noturno”.&lt;br /&gt;há, também, três títulos engraçados: “projeto para carrinho de raspa-raspa”, “remo x paissandu” e “mulher careca assistindo comercial de xampu no ver-o-peso”, marcas literárias da assimilação da cultura paraense, que estava por deixar. marcas das “noites paraenses” que nomeiam  outros seis trabalhos, diferenciados pelos registros tipo “opus x, nº y “. de resto só mais dois títulos, que falavam de despedida. um “belém/brasília, o outro “cadeira vazia”. eu estava indo embora e colorindo com a cor invisível meu adeus: adeus, adeus belém do pará.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-113407157233660333?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/113407157233660333/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=113407157233660333&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113407157233660333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113407157233660333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/12/peguei-um-ita-no-norte.html' title='peguei um ita no norte.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-113390930490048699</id><published>2005-12-06T14:45:00.000-08:00</published><updated>2005-12-06T14:50:52.290-08:00</updated><title type='text'>Grande Nu Paraense.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Grande%20nu%20paraense.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/Grande%20nu%20paraense.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;esta exposição foi a mais figurativa de toda minha carreira.&lt;br /&gt;algo na umidade do pará, talvez, que tenha me trazido para dentro da pele.&lt;br /&gt;algo que torna as formas do corpo mais presentes como se as peles que contém os líquidos sentisse um pouco mais a pressão de dentro pra fora. e de fora pra dentro.&lt;br /&gt;algo que só se sente no pará. uma umidade que transborda os poros. quente como uma lâmpada, que lá em guernica, bomba, aqui, neste pastel sobre tela, luz mortiça, nua como convém às musas, seca, nesses amarelos que se esvaem sobre os corpos, &lt;br /&gt;não que não tenha sentido , ao contrário, é pé COM cabeça. as direções é que são diferentes. como é quente...como transpiro, ...piro e rompo a cor do fundo, pesada de umidade roxo azulada. pesada de humildade a cabeça se entrega à curva do calcanhar e cerra os olhos. sonho: ainda é tudo possível. ainda tenho tudo a fazer...estou nu.&lt;br /&gt;ainda tenho muito a sonhar. meus sonhos,  só meus sonhos me cobrem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-113390930490048699?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/113390930490048699/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=113390930490048699&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113390930490048699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113390930490048699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/12/grande-nu-paraense.html' title='Grande Nu Paraense.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-113338266152849555</id><published>2005-11-30T12:28:00.000-08:00</published><updated>2005-11-30T13:20:06.720-08:00</updated><title type='text'>Opus 1, nº2.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Opus%201%2C%20n%3F%3F2.1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/Opus%201%2C%20n%3F%3F2.1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta segunda exposição de Belém foi o oposto da primeira, em tudo.&lt;br /&gt;Eu não estava chegando, estava saindo.&lt;br /&gt;Tinha cheiro de despedida.&lt;br /&gt;Não tinha a carga solar, era noturna, fruto, talvez, do tempo e do momento em que foram executadas.&lt;br /&gt;Na bagagem, trazia a absorção de uma cultura nova, a paraense, registrada na memória de noites quentes e cheirosas. Eu me sentia como Paul Cézanne, reaprendendo com o “bom sauvage”, renovado em minha essência, tinha bebido da fonte da água da vida, mergulhado no meu primitivo, no meu primor. Talvez não tanto com a mesma intensidade, mas na mesma direção... Minha cor nunca fora tão forte, desde o início da minha opção pela técnica do pastel como ”atalho”para a pintura a óleo, (opção que fizera em 74, já que a mistura de cor do óleo e do pastel são muito semelhantes, sendo que o pastel, por ser uma técnica “seca”, permite uma velocidade de execução e, portanto, de aprendizagem, muito maior) . “Atalho” este que já durava 12 anos, primeiro porque eu me apaixonara pela técnica e pelo seu estudo de uma tal maneira, que não conseguia me interessar  pelas chamadas técnicas húmidas. No entanto,  neste período em Belém, cor, luz, textura e até o suporte (passara a fazer pasteis sobre tela), tinham atingido uma tal intensidade , luminosidade,a contraste como jamais o pastel me oferecera. Eu só percebi isso com clareza, recentemente, quase vinte anos depois, quando recebi um convite para voltar ao Pará onde iria realizar um Projeto de desenvolvimento humano centrado em Arte e, imediatamente fui ao “Google” e digitei “Paul Cézanne”.&lt;br /&gt;Minha obra, agora tinha se transformado.&lt;br /&gt;Tinha Cheirinho-do-Pará.&lt;br /&gt;Tinha me contaminado com a coisa do índio, do caboclo, inevitável em Belém.&lt;br /&gt;Tinha a cor de açaí. &lt;br /&gt;Tinha as saudades antecipadas do convívio de novos amigos que iriam passar a ser, dentro de alguns dias, velhos amigos, daqueles que a gente gosta, mesmo sem ver nunca mais... e, quando a gente fica maduro, permanecem como o nosso contato com a memória dos anos verdes, como a Amazônia é verde. E a gente se pergunta como estarão, tantos anos sem notícia...&lt;br /&gt;Isso tudo fica muito mais claro para mim, quando releio o  pequeno texto que incluí na contra capa do catálogo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esta quarta individual, segunda em Belém, é um poema visual ao Pará, às noites paraenses passadas em claro na dança / luta com o pastel, enquanto a luz, as cores e traços da cultura, do humor e da natureza daqui se manifestam na minha obra, marcando para sempre sua trajetória.&lt;br /&gt;Odilon Cavalcanti&lt;br /&gt;Jun/87&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Post blogun: Noites paraenses, opus 1, nº 2 é um pastel sobre papel Ingres Fabriano no formato de 50X50 cm.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-113338266152849555?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/113338266152849555/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=113338266152849555&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113338266152849555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113338266152849555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/11/opus-1-n2.html' title='Opus 1, nº2.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-113328625909859299</id><published>2005-11-29T09:41:00.000-08:00</published><updated>2005-11-30T14:02:48.033-08:00</updated><title type='text'>Odilon, uma proposta em pastel.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/p8.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/p8.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Certas harmonias de cores causam sensações &lt;br /&gt;que até mesmo a música não pode atingir". &lt;br /&gt;Delacroix &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, por uma lado, a cor já foi codificada ( Goethe, por exemplo), defini-la ainda continua sendo quase impossível, Mas como o seu efeito depende mais da sensibilidade que do conhecimento codificado, o artista é o ser apto para descobrir o que fazer com ela e chegar mesmo à cor inexistente". Partindo da premissa que a cor e a forma são a base do vocabulário do pintor, pode-se afirmar que uma pintura triunfa ou fracassa na medida em que as mesmas se interrrelacionam. Portanto, se a cor atinge a visão , a percepção e a emoção daqueles que vêem, o preto, tido como ausência de cor, para o artista, ao contrário, é a presença absoluta da cor e da luz. Porque, em arte, tudo se projeta numa zona onde não há valores fixos ou pré fixados e o artista, o crítico e o apreciador conseguem apenas aquilo que se esforçam por obter o impossível. A esse esforço pode-se dar os nomes de iniciação , labor, experiência crítica, que constituem o fundamental para o exercício artístico. Somado à ansiedade referida por ao analisar Picasso, isso transforma o artista em permanente perquiridor da nunca conseguida "beleza ideal" que, pela vibração e busca incessante do artista consegue, a despeito de tudo, interpretar e transmitir as angústias e as alegrias de seu tempo e espaço. Acredito que o pintor Odilon é um exemplo de artista consciente desse entendimento de pureza que legitima a expressão artística. Utilizando com competência a extrema fragilidade e delicadeza das terras pulverizadas do material que escolheu para trabalhar, ele sabe extrair, com extraordinária riqueza, efeitos que só o conhecimento aprimorado permite a esse tipo de recurso técnico da pintura. Por isso vale destacar a qualidade de uso pessoal que faz desse material, valorizado por vários pintores famosos do impressionismo, no fim do século passado, como Degas, Toulouse-Lautrec, Renoir, Monet. O pastel, entretanto, tem história um pouco mais recuada no tempo. Atualmente, contudo, a corrida tecnológica a tem colocado em segundo plano, tornando cada vez mais raro a contra posição à crescente utilização das tintas acrílicas. O uso desse material como recurso decorativo em publicidade e a sua característica delicadeza de manuseio certamente também tem contribuído para um certo "desdém por parte dos pintores e consumidores", envolvidos pela descontinuidade de nosso tempo. Como ensinam os mestres, na realidade, os cuidados atribuídos para qualquer desenho ou pintura a lápis , aquarela ou óleo. Toda obra de arte deve ser cuidada, conservada e, somente assim, foi possível manter até hoje o frescor das célebres bailarinas de Dègas e as famosas cenas do Moulin Rouge de Toulouse Lautrec. Todavia, por serem pouco cultivadas e de difíceis peculiaridades técnicas, como dissemos, cada vez mais raros. Essa pouca difusão de uso talvez impeça que o pastel estimule nos artistas a curiosidade de conhecimento pleno de seus atributos de infinita potencialidade técnica. Quando um pintor dedica-se com afinco a um determinado material, pode extrair dele surpreendentes resultados. É o caso do pintor Odilon Cavalcanti. Seus 16 trabalhos exibidos nessa mostra no Mubel são o produto mais recente da produção do pintor, que sabe substituir os obstáculos materiais da técnica pela substância telúrica de suas telas. Forma e conteúdo se harmonizam em um figurativo de forte tendência abstrata, onde o informal e o geométrico aparecem como um meio apenas, porque fim é o que a percepção dos que têm olhos e vêem, saberão encontrar em Odilon, artista cheio de promessas e já apto a descobrir, na verdade de seu intenso colorido e de seu adequado conhecimento técnico do material, a cor inexistente" , que transforma uma simples prancha colorida em obra de arte. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Benedicto Mello&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Belém 1987&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-113328625909859299?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/113328625909859299/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=113328625909859299&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113328625909859299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113328625909859299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/11/odilon-uma-proposta-em-pastel.html' title='Odilon, uma proposta em pastel.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-113198753765633219</id><published>2005-11-14T08:34:00.000-08:00</published><updated>2005-11-14T08:58:57.680-08:00</updated><title type='text'>Noites Paraenses.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/capa2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/capa2.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;chegamos á quarta individual. pela primeira vez senti a diferença da luz que a mudança para belém provocou em minha obra. as cores esquentaram. os contrastes aumentaram. a tempeeratura da cor subiu. alegres trópicos. belém, ao contrário do resto da minha família, tinha passado pela janela. do carro, do apartamento. interessante. hoje, apaixonado pela floresta como me descubri depois, não entendo como passei ao largo dessa tropicalidade toda. dessa presença amazônica que me fala tão direto aos sentidos e à alma. da vida real não queria ver nada. só abria os olhos interiores depois de dar o meu sangue á empresa o dia todo e, de madrugada,  voltava exausto para  para  poder ver a eletricidade que vinha de meus sonhos. mas mesmo assim fui violentamente modificado pelo ambiente. sem nem me dar conta. quando fiz as malas para sair de vez de belém é que percebi o quanto aquela luz me iluminara. o quanto aquela luminosidade excessiva tinha saturado e revelado os cantos mais desconhecidos de mim, para mim. e de mim para os outros. assim, dias antes de pegar o avião de volta expus estes trabalhos no museu da cidade, à convite de seu diretor, então, o benedito melo, que assina o próximo texto que publicarei aqui, parte de minha fortuna crítica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-113198753765633219?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/113198753765633219/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=113198753765633219&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113198753765633219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113198753765633219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/11/noites-paraenses.html' title='Noites Paraenses.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-113087938760912368</id><published>2005-11-01T12:45:00.000-08:00</published><updated>2005-11-01T13:09:47.623-08:00</updated><title type='text'>conteudo III</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/DSCI0036.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/DSCI0036.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;esta foi a exposição mais bem sucedida em vendas.&lt;br /&gt;tanto, que tenho muito pouco material dela, até para registro. &lt;br /&gt;um dos poucos trabalhos que me sobraram dela é o conteúdo III.&lt;br /&gt;e o espelho/fragmento que começa a postagem dessa série.&lt;br /&gt;eram 23 trabalhos. só tenho quatro deles. outros, vendi ou dei, ao longo dos anos.&lt;br /&gt;na exposição mesmo, vendi 12 e dei um para o jornalista que fez a divulgação.&lt;br /&gt;um dos mais conhecidos jornalistas do “o liberal”. o coquetel e o catálogo foram pagos pelo grupo empresarial que a empresa que eu dirigia fazia parte. bom dinheiro, mesmo para quem ganhava bem, como eu, na época. investi em material, que comprei em s. paulo e numa viagem pelo brasil com a malou e as meninas, minhas 3 filhas. ao contrário de outras exposições, que quase sempre me deixam na lona, e que estão sempre associadas à momentos dramáticos e críticos, esta só teve de dramático o fato de que quebrei três dedos da mão direita num acidente na porta do carro, na véspera. cheguei à exposição de mão engessada na tipóia. quem sabe não tenha sido isso que valorizou o trabalho e criou tanta demanda: o acidente atingiu a mão direita...talvez o artista não possa mais pintar...quem sabe...é por isso que eu sempre digo:”... artista bom é artista morto...”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-113087938760912368?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/113087938760912368/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=113087938760912368&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113087938760912368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113087938760912368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/11/conteudo-iii.html' title='conteudo III'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-113059534552070004</id><published>2005-10-29T07:10:00.000-07:00</published><updated>2005-10-30T05:51:34.496-08:00</updated><title type='text'>bom dia.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Conteudo2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/Conteudo2.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;malouzinha, minha mulher, dona do conteúdo II, o quadro que ilustra o “post” de hoje, o mantém, apelidado de “bom dia” , pendurado na parede oposta à cabeceira da nossa cama desde que o conteúdo I, meu “boa noite” assumiu meus sonhos. solar, luminoso, doce pêssego macio e aveludado conteúdo de nossas esperanças por uma vida em harmonia, prazer, carinho e paz. por ser um pastel sobre tela, de grande formato (100x100 cm), ele se equilibra, perfeitamente, na perspectiva  das distâncias, com o conteúdo I. e nas cores. publicar nossa intimidade poética neste blog, me faz entender a profunda significância deste momento da minha 3ª exposição individual. me faz dimensionar a importância e o significado de nossas escolhas e de nossa comunhão de casal, que na perspectiva plana da vida cotidiana, que me pareceu sempre tão óbvia que não via, via de regra, razão sequer para pensar nisso: não pensar é, já disse pessoa, verdadeiramente, obedecer à deus. Interessante observar que enquanto no noturno conteúdo I, o objeto (a maçã), parece prestes a rolar em movimento, aqui a diagonal tangente, é feita de luz e sombra e o objeto (o pêssego), se mantém plácida e calmamente em repouso. Isso me remete ao poeta que tinha á porta do seu quarto de dormir a seguinte plaquinha: siêncio! poeta trabalhando. ..o que o artista faz de dia, sonhou, primeiramente, à noite.&lt;a href="http://terradapazorm.blogspot.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-113059534552070004?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/113059534552070004/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=113059534552070004&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113059534552070004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113059534552070004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/10/bom-dia.html' title='bom dia.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-113037736627380104</id><published>2005-10-26T18:40:00.000-07:00</published><updated>2005-10-26T19:08:41.016-07:00</updated><title type='text'>conteudo</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/conteudo8.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/conteudo4.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nesse pastel minha obra chega a um limite. e hoje, percebo, são os limites que me interessam. é em direção dos limites que me movo.intuí isso. o nome que dei à obra é um testemunho desta intuição: conteúdo I. tá tudo dentro: a forma, a cor, o ponto, a linha, o plano. a luz e a sombra. o movimento, o ritmo. tudo contido neste pequeno pastel sobre papel de 50x50 cm. a figura e abstração, o momento e o posterior movimento. talvez por intuir isso tudo, é que essa obra está desde o fim da 3ª exposição com lugar garantido sobre o espaldar da minha cama. há mais de 20 anos. eu o chamo, na intimidade, de meu “boa noite”. é  a estes azuis que entrego meus olhos cansados no final do dia. são eles que velam meu sono. e meus, sonhos, quando os tenho, são todos feitos desta matéria prima. conteúdo congelado de um movimento iminente para dentro de mim mesmo. a maçã azul que, preste a rolar em silêncio, com a suavidade e o conforto de nuvens que se reúnem para criar qualquer forma que, criança eterna, adivinho...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-113037736627380104?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/113037736627380104/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=113037736627380104&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113037736627380104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/113037736627380104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/10/conteudo.html' title='conteudo'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112957720394418737</id><published>2005-10-17T12:20:00.000-07:00</published><updated>2005-10-17T12:26:43.953-07:00</updated><title type='text'>forma.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Cpia%20de%20figura1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/Cpia%20de%20figura1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;forma I é  o nome da obra. forma humana de gata siamesa revelada pela luz fragmentada em reflexos de  arco-íris de um espelho de cristal lapidado. forma formada no sonho, memória de algum desejo tão secreto que a mim mesmo se oculta. sei nada sobre mim. e “ainda é cedo amor”, toca cartola no cd da malouzinha e “em pouco tempo não serás mais o que és”.  e eu aqui tentando me conhecer de tão distante. sou o próprio distanciamento histórico que “ herdará só o cinismo” de esquecer a vida e preservar o documento: o que está documentado é o que fica. assim a mentira se perpetua com o rabo de fora dos nossos interesses escusos que reproduzem os desejos inconfessos. quero não. posso nem saber se é, mas se penso, já tendo para um lado que todo penso é torto como me ensinou maninho de mansinho. é aprendi o que pude. mais não pode. sim ou não. como um computador,  é binário o plebiscito sobre as armas.  mas ambíguo como os becos escuros das intenções ocultas: o não é sim, o sim é não. &lt;br /&gt;e por livre, a mente vareia, vaga e imprecisa como uma onda no mar da inconsciência. e mente, a mente: aumente um conto e ganhe um ponto com o sistema, parceiro no acordo tácito da corrupção implícita. quero não. prefiro a poesia que não, nunca mente: fantasia: vou pro xingu.  formaI é um paste sobre papel ingres preto.tem 50x70cm.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112957720394418737?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112957720394418737/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112957720394418737&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112957720394418737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112957720394418737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/10/forma.html' title='forma.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112870265720015899</id><published>2005-10-07T09:20:00.000-07:00</published><updated>2005-10-07T09:30:57.223-07:00</updated><title type='text'>vitória do essencial.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/p131.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/400/p131.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;a obra deste blog é "espelho 1" pastel sobre fabriano preto de 50x70cms.&lt;br /&gt;o texto e o título do catálogo que também é o deste post, do marc bercowitz:&lt;br /&gt;são grandes os perigos da técnica do paste.&lt;br /&gt;talvez não tanto da técnica – porque esta se aprende e se domina –&lt;br /&gt;mas do virtuosismo que pode resultar deste domínio. este sim, pode levar o artista a abusar dos aveludados, do lado “bonito” do pastel. o domínio da técnica, que é absolutamente necessário, prepara, ao mesmo tempo, armadilhas perigosas das quais odilon cavalcanti soube escapar. acredito que graças a seu poder de síntese, de compreensão do essencial.&lt;br /&gt;os trabalhos de odilon cavalcanti, aqui expostos, são provas não apenas de suas qualidades de artista, mas sobretudo, do seu destemor, de seu espírito independenete. sendo um artista jovem, viajado e informado, soube se manter livre das imposições da moda, dos rótulos impigidos. ele usa a figura como elemento formal, da mesma forma que usaria uma forma abstrata – sem jamais cair no ilustrativo . são estas formas, baseadas ou não no ser humano, que dão força e até imponência a estes pastéis, nos quais odilon cavalcanti explora todas as possibilidades que o material oferece.&lt;br /&gt;não é fácil para um artista, neta época de comunicação rápida e do reinados da “media”, preservar a sua independência e sua personalidade. como também não é fácil resistir à tentação do sucesso relativamente rápido, satisfazendo simplesmente o desejo do público por aquilo que está “na moda”. mas, a longo prazo, são sempre os independentes que vencem e que ficam. entre os quais se encontram, disto estou certo, odilon cavalcanti. que compreendeu o valor do essencial.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;marc bercowitz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;rio de janeiro,novembro 1086.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112870265720015899?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112870265720015899/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112870265720015899&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112870265720015899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112870265720015899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/10/vitria-do-essencial.html' title='vitória do essencial.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112863079987812303</id><published>2005-10-06T12:46:00.000-07:00</published><updated>2005-10-08T18:36:46.686-07:00</updated><title type='text'>espelho / fragmento III</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Espelho%20fragmento.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/400/Espelho%20fragmento.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Fiquei na dúvida atróz, depois que postei o último blog, primeiro do mes. a questão é que a memória me deu uma rasteira que só doeu depois de um tempo. "construções" é a capa do catálogo da quinta exposição, no ibeu de copacabana, no rio. a capa do catálogo da terceira é espelho/fragmento III postada acima. ambas as obras em pastel sobre tela de 100x100cm. a de hoje, bem anterior, é de 1984 e abriu a exposição da galeria teodoro braga/ centur em Belém. O texto do catálogo é de mark berkowitz e foi a primeira exposição de Belém, no ano seguinte à nossa chegada. o diretor do centur era o poeta joão jesus paes loureiro. lembro que o artista mais polêmico de belém, na época foi o primeiro a visitar a exposição, que amanheceu em notas e matérias em todos os jornais. eu era diretor da agência de comunicação do maior grupo empresarial da cidade, como já contei, e as midias estavam todas presentes, entrevistas na tv, etc. tudo com uma certa reserva reticente, proveniente do fato de eu ser de fora, do tabalho não ser conhecido lá... ( em belém na época eu era paulista como até hoje eu sou no recife. em são paulo eu sou paulista e só no rio sou pernambucano..., mas isso é comentário para outro blog). voltando á história, o grande pepê condurú invade a cena na tarde da vernisage com o intuito de detonar a festa do burguês que se atrevia a tomar espaço no melhor reduto cultural do pará. Ele que, soube anos mais tarde, detonaria a exposição retrospectiva do não menos briguento iberê camargo em sampa comentando em auto e bom som para o próprio ouvir que aquilo lá ele fazia aos cinco anos de idade. iberê só não deu um tiro nele porque já tinha gasto a munição. bom, pepê olhou, olhou... e saiu da galeria em silêncio. de noite todos os principais artistas de belém foram chegando. chamados por pepê, que chegou quase no finalzinho para me contar esta história. ficamos amigos. não só dele mas de muitos outros artistas paraenses como emanuel nassar, ronaldo morais rego, geraldo texeira, sarubi e muitos queridos outros artistas paraenases que me adotaram como paraense também, me chamando inclusive para muitas exposições só de artistas  "espelho fragmento III" foi adquirido pelo dono de um grande hotel cinco estrelas de belém, conhecido colecionador loca: pepê, generoso, quem me apresentou, dias depois. salve pepê. espelho I está na minha maior coleção fora do brasil. a de um queridíssimo amigo, que hoje é um grande empresário português do ramo do turismo na europa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112863079987812303?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112863079987812303/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112863079987812303&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112863079987812303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112863079987812303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/10/espelho-fragmento-iii.html' title='espelho / fragmento III'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112820538193876954</id><published>2005-10-01T11:48:00.000-07:00</published><updated>2005-10-01T15:23:01.993-07:00</updated><title type='text'>construções.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/milo3.2-.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/milo3.2-.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;cinco meses depois das duas exposições no studio josé duaurte de aguiar, estava mudando com toda minha família para belém do pará. eu tinha, na época das duas primeiras exposições, um &lt;em&gt;studio&lt;/em&gt; de artes gráficas e comunicação, o "odilon cavalcanti criação e arte" que atendia grandes agências de publicidade realizando jobs em atrazo, emergências, peças que "empacavam" nas agências, este tipo de demanda. era um pronto socorro, uma emergência que dava muito movimento nos finais de semana. atendi uma demanda de um mês de &lt;em&gt;free&lt;/em&gt; em belém para a agência do maior grupo empresarial de lá, na época, o grupo belauto. depois deste mês, ficamos sendo assediados pelo presidente do grupo, jair bernadino que acabou comprando o studio e nos levou, eu e malouzinha, como sócios na agência do grupo. estou contando isso porque é muito importante para mim discutir o exercício destas duas profissões paralelas e o que esse exercício significou em minha vida e em minhas carreiras, tando de artista gráfico como de artista plástico. entrei em propaganda para poder tirar o sustento de alguma coisa que não a minha arte. a idéia era que meu trabalho em arte pudesse se desenvolver longe das pressões de mercado, da pressão de agradar a alguém mais que a mim mesmo para eu poder sobreviver do meu trabalho de maneira que o trabalho sobreviva à mim e ao mercado. isso me deu régua e compasso de um lado mas o preconceito do mercado era muito forte. medo,talvez (principalmente dos artistas já consagrados ou a caminho disso), que a compreensão de mercado que o publicitário tem que ter se sobreponha à obra, exata e irônicamente o que me fez ser publicitário só que pelo viés contrário. assim, na contramão dos jogos de poder e grana, fui fazendo o o trabalho se consolidar. só que neste processo v. acaba entrando num círculo neurótico de viver entre escolhas como trabalho x carreira; vida mundana x vida interior; mercado x atelier. este é um processo que incomoda muita gente boa. o artista de muito sucesso que melhor soube cuidar disso foi picasso. o que talvez tenha lidado pior foi miró, que no auge do sucesso, indignado com a valorização especulativa de alguns marchands sobre determinados  segmentos de sua obra tocou fogo ritualisticamente em várias delas, fato que, para sua surpresas as valorizaram ainda mais. há uma anedota sobre picasso que é exatamente o outro lado da moeda. autorizado finalmente a entrar no atelier do artista um padre que a meses esperava esta oportunidade presencia o artista amassar e arremessar ao lixo um desenho que não o satisfez e exclama:-mestre, posso pegar para mim. e picasso do auto de sua empáfia de quem sabia valorizar cada obra e cada gesto: -10.000 dóllares!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112820538193876954?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112820538193876954/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112820538193876954&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112820538193876954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112820538193876954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/10/construes.html' title='construções.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112810850560384850</id><published>2005-09-30T12:26:00.000-07:00</published><updated>2005-09-30T12:34:30.966-07:00</updated><title type='text'>identidade secreta.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Identidade%20Secreta.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/Identidade%20Secreta.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; fecho o mês fechando também o ciclo destas duas primeiras exposições. nada melhor que voltar para o início. assim, para fechar, o quadro que abriu e deu o nome á primeira exposição: identidade. é um pastel sobre papel fabriano preto, medindo 47x 66,5 cm de 1984. acho que eu tinha perdido a cabeça. sei não. para ilustrar a  imagem e a imaginação de todos, passo a caneta do teclado à zé duarte de aguiar : o texto dele entitulava-se perspectiva.&lt;br /&gt;determinadas situações, determinados momentos, trazem dentro de si o  encanto mágico da revelação: a magia da descoberta do novo. encontro sobre minha mesa, trazidos por amigos, dois trabalhos de um jovem desconhecido, ainda, artista. entre, rever, descobrir, o encantamento total, a descoberta: odilon cavalcanti.&lt;br /&gt;em um momento de extremas indefinições, onde todos os modismos passaram e envelheceram. envenenaram-se com suas próprias armas e, onde os pós transformam-se imediatamente em póstumos, onde as vanguardas, transvanguardas e todas as suas possíveis variações esclerosam e são devoradas por si mesmo, é muito bom, absolutamente gratificante encontrar um artista. encontrar um artista que não se esqueceu do ofício de criar, que não esqueceu da qualidade, a impossibilidade do ser sem invenção, a certeza única e decidida da qualidade. &lt;br /&gt;odilon cavalcanti trata as cores e situações, transforma suas necessidades criativas, inventa, com qualidade e conhecimento. conhece. cria e transforma.busca. densamente, misteriosas, suas massas indefinidas, suas cores intensamente penetrantes, insinuações de figuras e elementos, quase corpos: corpos, se cruzam, interpenetrando, criando muito mais que uma leitura, colocando uma situação visual, provocando uma situação emocional. são imagens em formação, em nenhum momento em deformação. &lt;br /&gt;odilon cavalcanti, em toda a sua constancia de trabalho, aliado ao fato mistério um permanente elemento provocador, motivador e catalisador elo vital na relação quadro espectador. em nenhum momento este elemento provocador deixa de estar presente, de funcionar, de motivar. existe sempre uma constante a colocar o expectador como uma personagem, a buscar a ligação e a continuidade da situação motivada. em todos os seus trabalhos, o ponto de fuga, ainda que meramente insinuado está presente e atuante. é ele o elo, o momento e a decisão. consideramos realmente importante e, importante em todas as suas gamas, esta mostra e o descobrimento de um artista como odilon cavalcanti. sentimos que este é o seu momento inicial. mesmo sendo já um momento definido e amadurecido. garantimos que mais que uma revelação é a confirmação de um artista do mais alto nível de qualidade. o studio josé duarte de aguiar, em sua continuidade de trabalho, onde qualidade e inventividade são básicos e fundamentais, se sente absolutamente engrandecido em mostrar ao público do rio e de são paulo a obra de odilon cavalcanti. estamos mostrando e fazendo ver um artista lúcido, forte e coerente, com uma carga de talento pouco igualada no momento. temos certeza que estas duas mostras são motivos de grande e gratificante prazer. e também de inquietação...&lt;br /&gt;josé duarte de aguiar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112810850560384850?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112810850560384850/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112810850560384850&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112810850560384850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112810850560384850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/09/identidade-secreta.html' title='identidade secreta.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112767280579585864</id><published>2005-09-25T11:21:00.000-07:00</published><updated>2005-09-25T11:26:45.800-07:00</updated><title type='text'>repressão.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/repress%3F%3Fo.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/repress%3F%3Fo.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;este post de hoje é em homenagem ao aniversário de narinha.&lt;br /&gt;filha longe. sempre filha. narinha é a dona do repressão, este pastel sobre papel da segunda exposição. o gesto travado. ela ganhou aos dezoito. tinha recém entrado na ufpe pra fazer medicina. formou-se em 2000 e veio para sampa, fazer residência nas clínicas. fez duas, clínica geral e reumatologia. deixou esse quadro aqui comigo antes de ir para os eua com o marido, daniel, físico da universidade da caifórnia em pasedena. interessante nara ter escolhido justamente este quadro e ter se especializado em reumato. talvez ela nem tenha pensado nisso quando decidiu fazer mais uma especialidade: psiquiatria como caminho da psicanálise. talvez tenha pensado com o inconsciente. e por isso, por já saber o que ainda nem dá para adivinhar, desenhamos nosso futuro. talvez por isso mesmo ela esteja aproveitando o tempo que está lá para estudar e se atualizar em medicina para se especializar em narinha e esteja fazendo cursos e praticando a fotografia com surpreendentes e poéticas qualidades.&lt;br /&gt;ela (como as irmãs) aprendeu cedo o valor e a força da imagem e da criação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112767280579585864?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112767280579585864/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112767280579585864&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112767280579585864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112767280579585864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/09/represso.html' title='repressão.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112751153277093467</id><published>2005-09-23T13:34:00.000-07:00</published><updated>2005-09-23T14:53:39.196-07:00</updated><title type='text'>Black tie.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Black%20tie.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/Black%20tie.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;hoje minha alma está de gala. mexer nesse blog é mexer fundo na minha alma. é dar passagem para o novo que estava guardado há muito. achei o black (é beautiful). Penso nas vernisagens, na vida  e fico tecendo comentários e memórias que me remetem à ricardo camargo, o marchand destas exposições e de ricardo, novamente, à zé duarte de aguiar que mencionei (como pessoa jurídica) no primeiro blog,  e que, agora cito como pessoa espiritual -esteja em que céu estiver- e de sua testa brilhante e perfeita, que hoje, passados 21 anos, eu tento imitar ainda sem o mesmo sucesso. lembro dos conselhos de ricardo e de, infelizmente como não os aceitei, na minha vaidade de artista jovem que não consegue ter noção da perspectiva (era este o nome da exposição!) da verdade que tanto procura: da sua vida, de sua obra e de sua história que hoje, finalmente consigo vislumbrar.&lt;br /&gt;lembrei da maria do céu, mulher de ricardo. e fiquei feliz em puder saber (é claro que procurei o ricardo) que, como eu e malouzinha, permanecem juntos e podem dividir conosco memórias de pessoas fatos sonhos comuns e que souberam manter a arte como centralidade da vida. não sei se esta experiência pode servir para algum jovem artista de hoje. provavelmente não. mas para mim, hoje, reconhecer e lembrar tudo isso me tornou melhor do que quando acordei, pela manhã: minha alma está em black tie. A azeitona do coquetel  é que só então lembrei das primeiras pessoas que entraram para ver a exposição na noite da abertura, aqui em são paulo:  maria helena chartunni e o professor pietro maria bardi, trazidos por ricardo. às vezes, a gente demora muito para ser feliz. outras vezes, a gente era feliz e não sabia.em tempo. black tie é um pastel sobre papel de 49,5cmx 65 cm.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112751153277093467?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112751153277093467/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112751153277093467&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112751153277093467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112751153277093467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/09/black-tie.html' title='Black tie.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112731396080181523</id><published>2005-09-21T07:23:00.000-07:00</published><updated>2005-09-21T07:46:04.426-07:00</updated><title type='text'>Jornal Nacional.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/miolo3.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/miolo3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;aquela figura que aparece na tv sempre me lembrou vincent van gogh. um auto retrato com chapéu. as cores quentes do fundo tornam a fria luz da tv mais fantasmagórica ainda. os volumes do corpo em contraluz recortam o campo dando voluptuosidade à composição. não sei o que o vincent acharia da luz da tv. talvez nem tivesse cortado a orelha nem elouquecido de vez se tivesse uma televisão para fazer lhe companhia. alienante luz azul. o risco que percorre e liga os dois campos verticais de cor que dividem a imagem é como uma brasa em movimento. ela aquece o quente e torna ainda mais frio o frio. a verdade mais verdadeira, então.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112731396080181523?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112731396080181523/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112731396080181523&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112731396080181523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112731396080181523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/09/jornal-nacional.html' title='Jornal Nacional.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112714738032029182</id><published>2005-09-19T09:13:00.000-07:00</published><updated>2005-09-19T09:29:42.346-07:00</updated><title type='text'>Perspectiva.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Perspectiva.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/Perspectiva.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;o sentido de profundidade, de continuidade, de caminho a percorrer. a intuição aqui é muito presente, neste trabalho que hoje integra uma das coleções mais importantes da minha obra. talvez a mais importante. que é a de um grande empresário europeu.&lt;br /&gt;que possui mais de 40 obras de odilon cavalcanti. com um detalhe muito importante: um olhar muito pessoal. as escolhas deste colecionador dão uma densidade à coleção que perpassa grandes períodos de minha vida de artista. agradeço á deus que minha obra tenha tres grandes colecionadores. e á eles também, obviamente. são coleções que até se complementam e que se um dia se tivesse que montar uma retrospectiva, a presença deles deveria ser essencial.voltando á obra: ela também é um pastel sobre papel fabriano preto. o detalhe é que menciona um fato plástico que só se materializa na exposição seguinte, a terceira, realizada em belém do pará em 1985, co centur - galeria teodoro braga, administrado na época pelo poeta joão jesus paes loureiro: os fragmentos de espelho, onde a construtividade assume a frente, desconstruido a imagem e as figuras na busca dos limites entre a figura e a abstração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112714738032029182?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112714738032029182/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112714738032029182&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112714738032029182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112714738032029182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/09/perspectiva.html' title='Perspectiva.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112689501949834381</id><published>2005-09-16T11:14:00.000-07:00</published><updated>2005-09-16T11:23:39.503-07:00</updated><title type='text'>Ausência.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/rosachoque.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/rosachoque.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;presença e ausência. o que há e o que falta.essa dicotomia rítmica é parte essencial ao autoconhecimento. nossas carências e nossas vitudes, nosso ser e o nosso não ser. eis a questão, willian.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112689501949834381?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112689501949834381/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112689501949834381&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112689501949834381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112689501949834381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/09/ausncia.html' title='Ausência.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112680241763198887</id><published>2005-09-15T09:19:00.000-07:00</published><updated>2005-09-15T09:40:17.670-07:00</updated><title type='text'>Pequenas Loucuras</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Pequenas%20loucuras.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/200/Pequenas%20loucuras.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Pequenas%20loucuras.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/200/Pequenas%20loucuras.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Pequenas%20loucuras.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/200/Pequenas%20loucuras.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;a trama do pensamento vai fazendo associações com conteúdos pessoais, banais ou cabais. a mente é fugidia. a mente mente. acaba revelando o que há por trás. por mais que pensamos que estamos sendo racionais. quando o material é iconográfico e literário, ao mesmo tempo, as pequenas loucuras se apresentam com as devidas cargas emocionais. pequnas loucuras é o nome da obra. mas pode ser a escolha deste pastel sobre canson branco de 61,9x 39  de 1981. a obra é incômoda. talvez a mais figurativa da exposição do rio, que me trouxe alguns presentes importantes: conheci nessa exposição, apresentada por amigos a gigi. que me apresentou o mark bercowitz, um crítico e curador russo que iluminou minha obra pelos anos seguintes até sua morte pouco tempo depois de curar minha segunda exposição no ibeu (instituto brasil estados unidos) no rio em 1989. esta exposição foi em comemoração ao prêmio de melhor exposição do ano anterior no ibeu copacabana. mas isso foi muito depois.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112680241763198887?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112680241763198887/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112680241763198887&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112680241763198887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112680241763198887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/09/pequenas-loucuras.html' title='Pequenas Loucuras'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112672971790661278</id><published>2005-09-14T13:10:00.000-07:00</published><updated>2005-09-14T13:39:29.113-07:00</updated><title type='text'>rosachoque</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/revela%3F%3F%3F%3Fo2.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/200/revela%3F%3F%3F%3Fo2.JPG" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;a concentração do olhar que aludi no post de ontem, nesta obra, tem a cor como navalha.a cor corta: curta.econômica.shrotcut.deixa o rastro, o risco, o corte. como no quadro anterior, é preciso corre o risco para desenhar o destino. navalha na testa pra abrir a cabeça: acesa como uma brasa. ou apagada como carvão. tirante a figura, o rigor construtivo permanece sóbrio. quase como se o corte nada fosse além do rastro de gesto. é preciso correr o risco senão não há desenho (&lt;em&gt;desígno&lt;/em&gt;), destino do gesto quase contido pela suavidade da curva que sobe ou desce e desaparece.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112672971790661278?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112672971790661278/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112672971790661278&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112672971790661278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112672971790661278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/09/rosachoque.html' title='rosachoque'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112664763679348296</id><published>2005-09-13T13:51:00.000-07:00</published><updated>2005-09-14T11:51:56.440-07:00</updated><title type='text'>Le voyer.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Le%20voyaer.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/Le%20voyaer.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;aquele que tem no olhar o prazer.&lt;br /&gt;só dando espaço para a imantação simbólica.&lt;br /&gt;só relacionando estéticas. só perecebendo no mundo o que lá ainda não está. &lt;br /&gt;só introduzindo ao universo o que lá ainda não existia.&lt;br /&gt;só erotizando as relacões com o mundo e tendo prazer em ser, antes de conhecer.&lt;br /&gt;não há outra forma de construir uma poética.&lt;br /&gt;não há outra estética: não se pode viver sem ética sem virar pó.&lt;br /&gt;"le voyer" o quadro que encerrava o catálogo e a exposição de são paulo era um pastel sobre papel ingres, cor de caramelo. o 13º da 1a exposição.&lt;br /&gt;nesse quadro, a construção é 90 % da obra, e, no entanto, a força do olhar na área azul - que ocupa talvez menos de 10% - faz com que a atenção do fruidor se concentre, como só um &lt;em&gt;voyer&lt;/em&gt; é capaz. vendo essas obras juntas novamente,&lt;br /&gt;tenho a percepção um tanto tardia, de como tudo isso fala do exercício de uma sexualidade que ultrapassa, em muito a chamada vida sexual propriamente dita. estou falando de uma sexualidade do existir como corpo, de sensação de existência, presença, ausência,(dois outros títulos da mostra seguinte, constante ainda neste catálogo), como cansei de apontar intuitivamente nos títulos das obras, na maneira de encadear um pensamento plástico, uma proposta de leitura dos diversos conjuntos e séries de obras.&lt;br /&gt;preferível assim: antes tatear o mundo com o inconsciente que a tentativa inútil de limitá-lo por consciência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112664763679348296?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112664763679348296/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112664763679348296&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112664763679348296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112664763679348296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/09/le-voyer.html' title='Le voyer.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12719832.post-112655501535959042</id><published>2005-09-12T12:31:00.001-07:00</published><updated>2005-09-13T13:46:23.446-07:00</updated><title type='text'>amarelinha:o jogo.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/1600/Amarelinha-ojogo%20do%20sexo.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/2889/1091/320/Amarelinha-ojogo%20do%20sexo.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o jogo do i ching da postagem anterior é o jogo das mutações.&lt;br /&gt;existiam mais duas alusões a jogo: duas outras obras tinham títulos que aludiam à brincadeira de amarelinha, aquela brincadeira infantil onde a gente desenha no chão uma série de casas numeradas até dez e pula num pé só segundo a seqüência numérica até o “céu”,( a décima primeira casa) e depois vem descendo até o “inferno” (a casa zero). Estas alusões poderiam passar por alusões à infância se em ambos os casos não tivessem complementos que as contextualizassem de maneira bem outra.&lt;br /&gt;- amarelinha: o jogo da política&lt;br /&gt;- amarelinha: o jogo do sexo.&lt;br /&gt;as imagens falam por si. a literatura sobre as imagens é que precisam de palavras.&lt;br /&gt;a arte (das vezes) prescinde delas. até para corrigir as falhas da memória que me fizeram a peça de editar a imagem da “amarelinha:o jogo da política” como "i ching", o jogo das mutações.  mutatis mutantis, corrijo o erro para o bem da história e publico apenas a imagem da “amarelinha: o jogo do sexo.”esta última um paste s/ papel fabriano preto de 49,5x70 cm e aquele idem, idem com 70x 50 cm. e crio outro buraco na memória: meu deus! onde foi parar meu i ching?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12719832-112655501535959042?l=wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/feeds/112655501535959042/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=12719832&amp;postID=112655501535959042&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112655501535959042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12719832/posts/default/112655501535959042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wwwatelierodiloncavalcanti.blogspot.com/2005/09/amarelinhao-jogo.html' title='amarelinha:o jogo.'/><author><name>odilonk</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07785942577235438439</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='12508113950962614518'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry></feed>